Greve dos Correios continua por tempo indeterminado e pode afetar entregas

Paralisação começou na sexta-feira após trabalhadores rejeitarem proposta apresentada pela empresa durante as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho A greve dos trabalhadores dos Correios continua nesta segunda-feira (15) por tempo indeterminado e ainda não há previsão para o encerramento da paralisação. A informação foi divulgada pela Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect).

Paralisação começou na sexta-feira após trabalhadores rejeitarem proposta apresentada pela empresa durante as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho

A greve dos trabalhadores dos Correios continua nesta segunda-feira (15) por tempo indeterminado e ainda não há previsão para o encerramento da paralisação. A informação foi divulgada pela Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect).

A paralisação teve início na sexta-feira (12), após trabalhadores rejeitarem, em assembleias realizadas pela categoria, uma proposta apresentada pela empresa durante as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho.

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Entre as principais reivindicações estão avanços nas negociações, a preservação de direitos e garantias relacionadas ao plano de saúde dos empregados, aposentados e dependentes.

Segundo a Findect, um dos principais pontos de impasse é justamente o plano de saúde. A entidade afirma que a direção dos Correios pretende promover alterações no benefício, considerado uma das principais preocupações dos trabalhadores.

Em comunicado, a federação afirmou que a decisão pela greve ocorreu após sucessivas rodadas de negociação e tentativas de mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Segundo a entidade, a categoria buscou uma solução negociada, mas não houve acordo sobre questões consideradas fundamentais pelos trabalhadores.

Correios acionam plano de contingência

Em nota, os Correios informaram que acionaram o Plano de Continuidade de Negócios, com o objetivo de reduzir os impactos da paralisação e manter o funcionamento dos serviços em todo o país.

A estatal não informou, porém, se haverá alterações nos prazos de entrega de encomendas e correspondências ou quais regiões poderão ser mais afetadas pela greve.

Segundo os Correios, a rede de agências permanece aberta normalmente ao público durante a paralisação.

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