Professor de Escola Municipal é Preso por Abuso de Menina de 9 Anos em Sorocaba

Nesta segunda-feira, 30/10, a Polícia Civil de Sorocaba, através da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), efetuou a prisão de um homem de 37 anos, que exercia a função de professor em uma escola municipal.

Nesta segunda-feira, 30/10, a Polícia Civil de Sorocaba, através da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), efetuou a prisão de um homem de 37 anos, que exercia a função de professor em uma escola municipal. O suspeito está sendo acusado de praticar atos libidinosos com uma aluna de apenas 9 anos de idade, e as investigações apontam que esses abusos ocorriam desde o início do ano.

O caso veio à luz quando a vítima, corajosamente, relatou os abusos à sua genitora, levando ao registro da ocorrência junto à Polícia Civil. Subsequentemente, a menina passou pelo processo de “Escuta Especializada”, um procedimento destinado a acolher e obter informações detalhadas de vítimas, especialmente crianças, de crimes dessa natureza. Durante a escuta, a menina detalhou o que vinha enfrentando.

Além dos abusos em si, as investigações também apontam que o suspeito frequentemente presenteava a vítima e outras alunas com presentes, incluindo equipamentos eletrônicos. Ele chegou a instalar um conhecido jogo em dispositivos das alunas, através do qual mantinha conversas com elas, criando um ambiente propício para se aproximar ainda mais das meninas.

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Há relatos de que outras crianças podem ter sido vítimas do homem, e as equipes da DDM estão em diligências para coletar mais informações. O professor encontra-se sob prisão temporária decretada por 30 dias, e os policiais civis cumpriram mandados de busca em três endereços, resultando na apreensão de equipamentos eletrônicos que já foram encaminhados à perícia técnica.

É fundamental enfatizar que, dado o contexto sensível e a tenra idade da vítima, todas as precauções e atenção estão sendo tomadas para garantir que a menina não seja exposta. Mais detalhes sobre o caso serão apresentados posteriormente, à medida que as investigações avançam. O nome da escola não foi divulgado, visando à proteção da identidade da vítima.

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